Mostrando postagens com marcador Ano da Misericórdia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ano da Misericórdia. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Rezando como se trabalhasse
Então você está no seu trabalho, diante da tela do computador e sente uma saudade de Deus...
Neste site, propõem-se 10 minutos de oração com instruções na tela do computador.
É uma forma de se conectar a Deus no meio do expediente de trabalho sem chamar a atenção dos vizinhos de baia!
http://www.lugarsagrado.com/
quarta-feira, 9 de março de 2016
Como orar
Temos, pois, de começar a nossa oração recolhendo-nos em Deus, formulando o propósito de rezar bem, de manter a atenção, se não no que dizemos, ao menos nAquele a quem o dizemos. É importante começar com esta intenção, porque, a não ser que estejamos com uma disposição espiritual excepcional, a nossa mente se perderá em divagações pouco depois de termos começado a orar. Orar é trabalho duto. A mente humana não aceita facilmente uma concentração intensa. A dificuldade de manter uma atenção constante piora se a nossa mente estiver perturbada por preocupações ou ansiedades, enfraquecida pela doença ou pela cansaço. E, evidentemente, podemos também estar certos de que o diabo fará os maiores esforços para desviar nossa atenção para outras coisas, enquanto procuramos orar.
Precisamos de recolhimento, espírito de humildade, desejo de conseguir as graças que pedimos.
Numa aula de catecismo, um sacerdote perguntou certa vez a um menino: "Deus sempre responde às nossas orações?" O menino respondeu: "Sim, padre". O sacerdote insistiu: "Então, por que não conseguimos sempre o que pedimos?" Após um instante de perplexidade, o menino respondeu: "Deus sempre responde às nossas orações; o que acontece é que umas vezes responde sim, e outras vezes responde não".
Às vezes, nós, os homens, pedimos coisas que achamos que seriam boas para nós; um trabalho mais bem remunerado, mais saúde, a bênção de um filho num lar estéril. Mas Deus pode pensar de maneira diferente. Na sua infinita sabedoria, Ele vê até o último detalhe as consequências da menor mudança nas nossas circunstâncias, tanto no que diz respeito a nós como aos outros. Um trabalho mais bem remunerado pode causar-nos mais tarde um abrandamento na virtude. Uma saúde mais robusta pode privar-nos dessa abundância de gloriosos méritos que os outros e nós estamos ganhando com nossa doença. Um filho que venha a nascer nesse lar estéril talvez possa ocasionar um dia a perda de uma alma. Seja o que for que peçamos, Deus não no-lo dará se não contribuir de algum modo para o nosso verdadeiro bem, se não nos levar ao fim para que Deus nos criou: a eterna felicidade com Ele no céu.
(TRESE, Leo J. A fé explicada, p. 453, 455)
segunda-feira, 7 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
Ecumenismo: Jornada Mundial de Oração para mulheres de diferentes confissões cristãs
“Quem acolhe uma criança, acolhe a mim” é o tema da edição 2016 da Jornada Mundial de Oração, uma iniciativa ecumênica criada e mantida por mulheres de diferentes confissões cristãs. O evento é realizado desde 1927 na primeira sexta-feira de março.
Este ano, a jornada coincidirá com o início da iniciativa quaresmal “24 horas para o Senhor”. São numerosos, já, os países que aderiram: em Moscou, a oração ecumênica será na Igreja luterana de Pedro e Paulo; na Áustria, estão previstas iniciativas de oração em mais de 400 comunidades, por iniciativa de organizações cristãs femininas; o mesmo acontecerá na Suíça, no Reino Unido, na França e em outros 170 países.
O esquema de oração da iniciativa para 2016 foi preparado em Cuba e olha com atenção para a situação de sofrimento das mulheres que vivem no país. Em cada celebração, serão levantados fundos destinados a projetos de solidariedade.
Um dos princípios orientadores desta iniciativa é “participar de iniciativas responsáveis” com o uso criativo dos talentos pessoais, num espírito de “irmandade ecumênica” que seja “inclusiva” e “atenta ao contexto multirreligioso”, a fim de garantir a unidade na diversidade das realidades envolvidas na iniciativa.
https://pt.zenit.org/articles/ecumenismo-jornada-mundial-de-oracao-para-mulheres-de-diferentes-confissoes-cristas/sábado, 16 de janeiro de 2016
Isto é o que diz o Papa Francisco sobre os homossexuais em novo livro
Capa do livro entrevista com o Papa
ROMA, 12 Jan. 16 / 12:10 pm (ACI).- Chegou hoje às livrarias do mundo inteiro o livro-entrevista do Papa Francisco com o título “O nome de Deus é Misericórdia”. Este é o resultado de uma série de diálogos do Santo Padre com o vaticanista italiano Andrea Tornielli.
Entre os diferentes temas mencionados pelo Pontífice neste libro, ressalta a importância do Ano Santo da Misericórdia, iniciado no dia 8 de dezembro de 2015.
Diversos meios de comunicação falaram deste texto e se centraram na pergunta que Tornielli fez a respeito dos homossexuais. A seguir a pergunta do vaticanista e a resposta completa do Papa:
Tornielli: Posso lhe perguntar sobre sua experiência como confessor de homossexuais? Na coletiva de imprensa no voo de retorno do Rio de Janeiro à Roma, você disse a famosa frase: ‘Quem sou eu para julgar?’.
Papa Francisco: Naquela ocasião disse isto: Se uma pessoa for gay e busca o Senhor e está disposto a isso, quem sou eu para julgá-la? Estava parafraseando com oCatecismo da Igreja Católica, o qual afirma que estas pessoas devem ser tratadas com delicadeza e não devem ser marginalizadas. Alegra-me que falemos sobre as pessoas homossexuais, porque antes de mais nada existe a pessoa individual em sua totalidade e dignidade. E as pessoas não devem ser definidas somente pelas suas tendências sexuais: não esqueçamos que Deus ama todas suas criaturas e que estamos destinados a receber seu amor infinito. Prefiro que os homossexuais busquem a confissão, que estejam perto do Senhor e que rezemos todos juntos. Podemos pedir-lhes que rezem, mostrar-lhes boa vontade, mostrar-lhes o caminho e acompanhá-los a partir da sua condição.
O livro
“O nome de Deus é Misericórdia” foi publicado em português pela editoria Planeta e está dividido em nove capítulos e um apêndice que traz a Bula “Misericordiae Vultus”, documento por meio do qual o Santo Padre convocou este Ano Santo ou Jubileu da Misericórdia.
Entre os capítulos, destacam “Um tempo para a Misericórdia”, “O dom da confissão”, “Um pecador como Simão Pedro”, “Muita Misericórdia?”, “Pecadores sim, corruptos não” e “Vivendo o Ano Santo da Misericórdia”.
No texto, o Santo Padre explica também de onde veio a sua inspiração para convocar este tempo especial para a Igreja: “não houve um momento particular ou definitivo. As coisas aconteceram por si mesmas, sempre do jeito do Senhor e logo foram preservadas na oração”.
“Normalmente nunca confio na minha primeira reação ante uma ideia ou uma proposta que me fazem. Nunca confio em mim mesmo, pois a minha primeira reação pode ser equivocada. Aprendi a esperar, a confiar no Senhor, pedindo a sua ajuda, a fim de que possa discernir melhor e receber orientação”, disse Francisco.
“Posso dizer que a centralidade da misericórdia, que é a mensagem mais importante de Jesus para mim, evoluiu lentamente com o passar dos anos em meu serviço como sacerdote, como consequência de minha experiência como confessor e graças às muitas histórias positivas e bonitas que conheci”.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/isto-e-o-que-diz-o-papa-francisco-sobre-os-homossexuais-em-novo-livro-91057/
Assinar:
Postagens (Atom)
